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domingo, 15 de dezembro de 2019

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Boas Festas

Boas Festas aos nossos amigos e admiradores. Um Bom Natal e um Feliz 2017

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Grupo de Fados de Coimbra Canto d'alma

Grupo de Fados de Coimbra Canto d'alma

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Feliz Ano 2016

Bom Ano para todos nós

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Boas Festas

Boas Festas do Canto d'alma

quarta-feira, 24 de junho de 2015

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz Ano 2015

Os nossos votos para todos aqueles que nos seguem, e em especial aos que nos tem apoiado nestes 14 anos

domingo, 21 de dezembro de 2014

Boas Festas

Boas Festas, a todos os que ao longo destes 12 anos, tem apoiado este nosso projecto.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Boas Festas.

Sinceros votos para todos os nossos amigos


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Boas Festas

Como é da tradição, cá estamos a desejar a todos os nossos amigos Boas Festas

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Canto d'alma em Mafra

E lá estivemos na comemoração das mil edições, do programa do nosso amigo Rogério Batalha.
Mais uma vez a canção de Coimbra se fez representar pelo nosso grupo, que modéstia à parte, conseguiu prender a atenção das cerca de duas centenas de pessoas que assistiram ao evento. Houve silêncio durante a nossa actuação, e vibrantes aplausos no fim. Foi bom!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

terça-feira, 14 de dezembro de 2010



Trinta anos sobre o falecimento daquele que é considerado o “Pai da Guitarra de Coimbra”, ocorrido no dia 20 de Dezembro de 1980, a Câmara Municipal de Coimbra homenageia Mestre Artur Paredes, com o descerramento de uma placa toponímica, sábado, pelas 11 horas, na confluência da Av. Elísio de Moura com a Rua general Humberto Delgado – rotunda Artur Paredes – e, a partir das 14h30, na Casa Municipal da Cultura com a realização de um colóquio/debate sobre este guitarrista de Coimbra, com a participação de alguns convidados e a colaboração da Secção de Fado da AAC.
De salientar que, na próxima sexta-feira, pelas 18h, será inaugurada, também na Casa Municipal da Cultura, (Galeria Ferrer Correia), uma exposição biodiscográfica sobre Artur Paredes. Estarão em exposição, para além de outro material, três guitarras que lhe pertenceram e que foram legadas por seu filho, Carlos Paredes, ao Município de Coimbra. Esta exposição ficará patente até 31 de Janeiro de 2011.
Artur Paredes nasceu em Coimbra, freguesia de Santa Cruz, em 10 de Maio de 1899, faleceu em Lisboa com 81 anos de idade. É o grande responsável pela afirmação de uma guitarra solista, ao lado de uma nova guitarra de acompanhamento da Canção de Coimbra, fruto das grandes inovações práticas, como executante, e de construção, como ideólogo, que trouxe à Guitarra de Coimbra.
Responsável pela emancipação desta guitarra face à sua congénere de Lisboa, para além da interpretação de temas populares, o seu repertório criado e gravado representa um dos primeiros repertórios originais solistas para Guitarra de Coimbra.
Jorge Cravo

domingo, 14 de novembro de 2010

Trovas Antigas na RTP1, em 29 de Outubro de 2010

Rui Pato
Ontem, em horário nobre, na RTP1, assisti a um programa - Trovas Antigas - cujo tema era "A guitarra portuguesa". Os apresentadores eram Carlos do Carmo, Vieira Nery, Fontes Rocha e Raúl Nery. Assisti, com atenção aos 45 minutos desse programa. Muito se falou de Armandinho, Jaime Santos, Fontes Rocha, Raúl Nery, Ricardo Rocha, etc, etc, todos, sem dúvida, grandes vultos da guitarra lisboeta; fui aguardando, expectante que alguma coisa se dissesse sobre a guitarra de Coimbra...
Espanto meu! A certa altura, um dos apresentadores falou de um guitarrista que "não era nem de Lisboa nem de Coimbra", de nome Carlos Paredes. Espanto maior! Uma breve referência a Artur Paredes que era "autor duma música popular, para ser dançada, que ele apenas adaptou à guitarra". Mais nada! Com atenção, sempre aguardei que se falasse de Antero da Veiga, de Pinho Brojo, do Jorge Tuna, do António Portugal, do Francisco Martins, do Eduardo Melo, do João Bagão, do Octávio Sérgio, mas... nada! A guitarra tocada em Coimbra foi pura e simplesmente ignorada!
O que levará pessoas respeitáveis, conhecedores profundos do instrumento, que são sinceros amantes desse instrumento a omitirem deliberadamente mais de um século de um estilo diferente de guitarra, de mais de uma centena de exímios executantes e das características de um modelo de guitarra que eles próprios foram utilizando em detrimento do modelo da sua cidade.
Sectarismo? Preconceito? Ignorância?
Rui Pato
(Sem comentários!)

sábado, 31 de julho de 2010

Ângelo Vieira Araújo



Aqui deixamos a nossa sincera homenagem, a essa grande figura da Canção Coimbrã - Dr. Ângelo Araújo. Basta clicar aqui ao lado em Feiticeira, uma das obras de referência deste ilustre compositor. Os nossos cumprimentos, ao Diário de Coimbra pela publicação da notícia, e à família enlutada as nossas sentidas condolências.

quinta-feira, 10 de maio de 2007


Faz hoje 108 anos que nasceu Artur Paredes, aquele que abriu os horizontes à guitarra de Coimbra e que tão mal tratado tem sido não só pelos sucessivos governos desta cidade madrasta, como por alguns meios de comunicação social, especialmente os audiovisuais.
Tive o grato prazer de com ele conviver nos últimos anos da sua vida, conjuntamente com Carlos Figueiredo na viola. Foram tardes de puro prazer! Tocava como se tivesse vinte anos, com aquele vigor e aquele balanço tão seu característico.
Acometido de uma doença, deu entrada num hospital, onde passei a ir visitá-lo quase todos os dias, até que num deles, num Dezembro frio, encontro a cama vazia! Tinha falecido nesse dia, com 81 anos. O filho Carlos ainda não tinha sido informado. Aproveitaram então a minha presença e pediram-me se podia ir reconhecer o corpo. Lá me desloquei à morgue para o ver pela última vez. Já nem parecia ele, tal o estado em que a doença desgraçadamente o tinha deixado.
Foi-se o corpo, ficou a alma, ficou a beleza das suas criações, ficou esse espólio gravado em disco e não só. Sem se saber como, uma grande parte da sua produção desapareceu pois, segundo sei, tinha muita coisa nova gravada em fita magnética. Algumas ainda as acompanhei. Com a morte do filho, uma esponja foi passada por cima desse espólio! Como foi possível? Haja alguém que me esclareça!

posted by Octávio Sérgio at Quinta-feira, Maio 10, 2007