Mais uma actuação do Canto d'alma no próximo dia 6 de Maio. Daremos notícias.
sábado, 21 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Grupo Pranto d'Alma
domingo, 8 de abril de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Canto d'alma no D. João - Amadora


Bar-Restaurante D. João, Amadora. Sala cheia e assistência interessada e colaborante - silêncio, coros e aplausos sempre na altura certa. Quando assim acontece, o que se pode pedir mais? Assim dá prazer compartilhar o nosso trabalho numa grande noite de divulgação da canção coimbrã. Ficou o convite para regressarmos; lá voltaremos quando acharmos a ocasião oportuna. Os nossos agradecimentos aos donos do simpático estabelecimento, bem como ao público extraordinário que tão bem nos recebeu, e respeitou o nosso trabalho. Bem-hajam.
quinta-feira, 1 de março de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Canto d'Alma na Amadora
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Canto d'alma em Queluz
E o Canto d'alma lá esteve no Ginásio Clube de Queluz, perante uma audiencia atenta e apreciadora da canção coimbrã. Foi um serão simpático que muito nos agradou e que muito agradou a todos os presentes. Quando é assim, sentimos que todos os sacrifícios que fazemos em prol da nossa música, valem a pena.terça-feira, 15 de novembro de 2011
Cantiga para quem sonha
Luis Goes, Carlos Carranca e a Quarentuna de Coimbra interpretam "Cantiga para quem sonha" do próprio Luis Goes - intérprete/autor - num arranjo (ao que creio) da Quarentuna, muito bem conseguido e tendo como base o coral Jesus bleibet meine Freude de J. S. Bach
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Canto d'alma na Costa do Castelo
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Canto d'alma nas Cerejeiras, Penela
Desta vez o Canto d'alma foi até Penela, mais propriamente às Cerejeiras, fazer a divulgação da Canção Coimbrã. Caffé (com dois effes e tudo) Trevo de Ouro, ambiente acolhedor e simpático, embora por vezes um pequeno grupo que lá estava, fizessse mais barulho do que devia. Mas isso o nosso Tómané resolvia...Foi uma noite agradável, embora cansativa, e que agradou bastante às pessoas que lá se deslocaram para escutar a nossa música. Bem hajam todos aqueles que souberam respeitar o nosso trabalho, a outra minoria não conta.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Coimbra em Agosto
A habitual visita a Coimbra durante o mês de Agosto. Poucas novidades naquilo que diz respeito à canção coimbrã. As habituais noites de fado no Santa Cruz e um novo espaço para ouvir fado - o Fado ao Centro ali ao Quebra Costas, onde também estava a decorrer uma feira de artesanato(?) - o folclore e as bandas do costume, e muitos, muitos turistas (principalmente espanhóis). Quanto ao resto, o bom tempo que se fazia sentir, a boa comida e simpatia do Zé Neto assim como do "pessoal" do Jardim da Manga, as esplanadas junto ao Mondego e claro a voltinha no Basófias. Até Dezembro.







terça-feira, 2 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Canto d'alma - Dança Palaciana
Mais uma excelente formatação de A. Matos, desta feita para Dança Palaciana, de Carlos Paredes.
sábado, 9 de julho de 2011
Canto d'alma - Capa negra, rosa negra
Belíssima formatação de A.Matos, para um significativo poema de Manuel Alegre, e uma não menos inspirada melodia de Adriano Correia de Oliveira.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Serenata
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Canto d'alma - Asas brancas
Faixa extraída do nosso CD Canto a Coimbra, com formatação de António Matos
domingo, 3 de julho de 2011
Canto d'alma - É preciso acreditar
Faixa extraída do nosso álbum Canto a Coimbra, com formatação de António Matos.
Canto d'alma - Nossa Senhora de Vagos
Faixa extraída do nosso Cd Canto a Coimbra, numa formatação de António Matos
terça-feira, 21 de junho de 2011
Canto d'alma - Palácio da Independencia
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Canto d'alma - SFCIA

E o Canto d'alma lá esteve no 21 de Maio, embora em formação reduzida. O nosso Tomané foi abrilhantar o encontro de amigos guineenses, numa de Elvis Presley, mas a isso já os seus amigos estão habituados com o Mãe d'água. Quanto ao Canto d'alma cumpriu aquilo para que tinha sido convidado; apresentar Coimbra através da sua música, num encontro de músicos de várias áreas. O público gostou, está tudo dito.segunda-feira, 18 de abril de 2011
Coimbra sempre Coimbra
Desta vez, aproveitando para ir dar um grande abraço a um velho amigo, de quem já não tinha notícias há muitos anos, lá fui até Coimbra. Enchi os olhos de belas imagens e os ouvidos de magnífica música. A alma ficou a transbordar de emoção.
Dois magníficos concertos, um da chamada canção Coimbrã, realizada pelo grupo Guitarras de Coimbra no Santa Cruz, e outro pela orquestra OJ.COM no Conservatório. Cada qual no seu género, os dois excelentes. Bendita a hora em que eu fui até lá. Deixo-vos aqui algumas informações, se quiserem e puderem, aproveitem. Garanto que merece a pena.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Canto d'alma em Mafra
E lá estivemos na comemoração das mil edições, do programa do nosso amigo Rogério Batalha.Mais uma vez a canção de Coimbra se fez representar pelo nosso grupo, que modéstia à parte, conseguiu prender a atenção das cerca de duas centenas de pessoas que assistiram ao evento. Houve silêncio durante a nossa actuação, e vibrantes aplausos no fim. Foi bom!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Disto é que eu gosto

É já no próximo dia 30 que se realiza o mega almoço, organizado pelo nosso bom amigo Rogério Batalha, para comemorar as 1000 edições do seu programa "Disto é que eu gosto", transmitidos pela Rádio Mafra. Pois lá estaremos amigo Batalha, e aqui fica o programa e o nosso convite a todos aqueles que queiram participar deste evento.
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Trinta anos sobre o falecimento daquele que é considerado o “Pai da Guitarra de Coimbra”, ocorrido no dia 20 de Dezembro de 1980, a Câmara Municipal de Coimbra homenageia Mestre Artur Paredes, com o descerramento de uma placa toponímica, sábado, pelas 11 horas, na confluência da Av. Elísio de Moura com a Rua general Humberto Delgado – rotunda Artur Paredes – e, a partir das 14h30, na Casa Municipal da Cultura com a realização de um colóquio/debate sobre este guitarrista de Coimbra, com a participação de alguns convidados e a colaboração da Secção de Fado da AAC.
De salientar que, na próxima sexta-feira, pelas 18h, será inaugurada, também na Casa Municipal da Cultura, (Galeria Ferrer Correia), uma exposição biodiscográfica sobre Artur Paredes. Estarão em exposição, para além de outro material, três guitarras que lhe pertenceram e que foram legadas por seu filho, Carlos Paredes, ao Município de Coimbra. Esta exposição ficará patente até 31 de Janeiro de 2011.
Artur Paredes nasceu em Coimbra, freguesia de Santa Cruz, em 10 de Maio de 1899, faleceu em Lisboa com 81 anos de idade. É o grande responsável pela afirmação de uma guitarra solista, ao lado de uma nova guitarra de acompanhamento da Canção de Coimbra, fruto das grandes inovações práticas, como executante, e de construção, como ideólogo, que trouxe à Guitarra de Coimbra.
Responsável pela emancipação desta guitarra face à sua congénere de Lisboa, para além da interpretação de temas populares, o seu repertório criado e gravado representa um dos primeiros repertórios originais solistas para Guitarra de Coimbra.
Jorge Cravo
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
José Afonso-Todas as canções
Livro "José Afonso - Todas as canções" desvenda o cantor para lá da intervenção
Posted: 07 Dec 2010 02:43 AM PST
"José Afonso - Todas as canções" reúne as letras e os diagramas de acordes de 159 canções da autoria de Zeca Afonso, compiladas por José Mário Branco, João Lóio, Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca.
O livro está pronto desde 2004, mas a família de José Afonso não autorizou a publicação, tendo a situação sido desbloqueada agora com a editora Assírio & Alvim.
Em declarações à agência Lusa, o músico José Mário Branco explicou que a edição deste livro servirá para "lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção".
"É também para quem quiser aprender [a tocar as canções do compositor] com a certeza de que tem a transcrição fiel", disse José Mário Branco.
"José Afonso - Todas as canções" será editado na colecção "Rei Lagarto", que reúne livros sobre música e edições semelhantes, como o "songbook" e a biografia "Retrovisor" de Sérgio Godinho e o livro de canções de Tozé Brito.
O livro de José Afonso reúne baladas, trovas, chulas, cantigas populares e cantares de intervenção, mas "as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra", referem os organizadores no prefácio.
"Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu", lamentam.
Há toda uma geração que músicos e estudantes de música que podem descobrir e aprender o repertório de Zeca Afonso, sem a carga política dos tempos logo a seguir ao 25 de Abril, referiu José Mário Branco à Lusa.
No livro lá estão "Grândola, vila morena", "Os vampiros", "O que faz falta", "Coro dos tribunais", mas também "Verdes são os campos", "Canção de embalar" e "Adeus ó serra da Lapa".
No prefácio, os quatro autores criticam o "analfabetismo musical" e o "mau gosto" de directores de programas de rádio e de televisão que ignoram a obra de José Afonso e enaltecem o facto de "ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos".
Zeca Afonso morreu em 1987 e deixou uma obra discográfica que "constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem", concluem os organizadores de "José Afonso - Todas as Canções".
À venda está já, pela primeira vez, a edição em DVD que regista a actuação de José Afonso no Coliseu de Lisboa a 29 de Janeiro de 1983, e que inclui ainda o álbum "Galinhas do mato" e textos de Adelino Gomes e Viriato Teles.
Lusa
Posted: 07 Dec 2010 02:43 AM PST
"José Afonso - Todas as canções" reúne as letras e os diagramas de acordes de 159 canções da autoria de Zeca Afonso, compiladas por José Mário Branco, João Lóio, Guilhermino Monteiro e Octávio Fonseca.
O livro está pronto desde 2004, mas a família de José Afonso não autorizou a publicação, tendo a situação sido desbloqueada agora com a editora Assírio & Alvim.
Em declarações à agência Lusa, o músico José Mário Branco explicou que a edição deste livro servirá para "lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção".
"É também para quem quiser aprender [a tocar as canções do compositor] com a certeza de que tem a transcrição fiel", disse José Mário Branco.
"José Afonso - Todas as canções" será editado na colecção "Rei Lagarto", que reúne livros sobre música e edições semelhantes, como o "songbook" e a biografia "Retrovisor" de Sérgio Godinho e o livro de canções de Tozé Brito.
O livro de José Afonso reúne baladas, trovas, chulas, cantigas populares e cantares de intervenção, mas "as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra", referem os organizadores no prefácio.
"Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu", lamentam.
Há toda uma geração que músicos e estudantes de música que podem descobrir e aprender o repertório de Zeca Afonso, sem a carga política dos tempos logo a seguir ao 25 de Abril, referiu José Mário Branco à Lusa.
No livro lá estão "Grândola, vila morena", "Os vampiros", "O que faz falta", "Coro dos tribunais", mas também "Verdes são os campos", "Canção de embalar" e "Adeus ó serra da Lapa".
No prefácio, os quatro autores criticam o "analfabetismo musical" e o "mau gosto" de directores de programas de rádio e de televisão que ignoram a obra de José Afonso e enaltecem o facto de "ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos".
Zeca Afonso morreu em 1987 e deixou uma obra discográfica que "constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem", concluem os organizadores de "José Afonso - Todas as Canções".
À venda está já, pela primeira vez, a edição em DVD que regista a actuação de José Afonso no Coliseu de Lisboa a 29 de Janeiro de 1983, e que inclui ainda o álbum "Galinhas do mato" e textos de Adelino Gomes e Viriato Teles.
Lusa
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